Este blog tem várias funcionalidades, a principal é que funciona como ferramenta para os meus devaneios com ou sem inspiração. Pretendo também volta e meia escrever aqui algumas das minhas histórias, mas acima de tudo ter a liberdade para escrever o que me apetecer. Este blog é para quem quiser ler mas principalmente para eu poder libertar a minha esfera sonhadora que me envolve e consome caso não seja tratada devidamente, isto é, caso eu não a explore ou utilize de algum modo.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
Desapego
Desapega-te do medo, desapega-te da vergonha, da frustração, do sombrio.
Desapega-te dos teus fantasmas, desapega-te da tua raiva, da tua insegurança, das tuas comparações.
Desapega-te do teu corpo, da tua vaidade, da tua felicidade, da tua vontade.
Desapega-te do amor, da amizade, desapega-te das pessoas, do mundo, da natureza, de ti.
Desapega-te das convenções, das crenças e dos dogmas.
Desapega-te dos abraços, do conforto, do carinho.
Desapega-te do sexo, do desejo, da luxúria.
Desapega-te daqueles que tanto amas. desapega-te das recordações, desapega-te das expectativas e dos sonhos.
Desapega-TE.
Descontroi tudo o que conheces e reconstroi outra vez, bit by bit sem qualquer apego.
Nada te pertence, nem tu pertences a alguma coisa ou a alguém.
Vive. Sê. Essa é a dádiva.
Desapega-te dos teus fantasmas, desapega-te da tua raiva, da tua insegurança, das tuas comparações.
Desapega-te do teu corpo, da tua vaidade, da tua felicidade, da tua vontade.
Desapega-te do amor, da amizade, desapega-te das pessoas, do mundo, da natureza, de ti.
Desapega-te das convenções, das crenças e dos dogmas.
Desapega-te dos abraços, do conforto, do carinho.
Desapega-te do sexo, do desejo, da luxúria.
Desapega-te daqueles que tanto amas. desapega-te das recordações, desapega-te das expectativas e dos sonhos.
Desapega-TE.
Descontroi tudo o que conheces e reconstroi outra vez, bit by bit sem qualquer apego.
Nada te pertence, nem tu pertences a alguma coisa ou a alguém.
Vive. Sê. Essa é a dádiva.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Porque já estava farta da indecisão, do anda e não anda.
Do para a frente e para trás.
Farta de esperar que o seu telefone tocasse... E fosse ele.
Nunca era ninguém e o telefone não tinha som.
Era apenas ela e o som do vento que levava os seus cabelos,
A sua esperança,
E os seus sonhos vadios...
Ela já não era aquela pequena criança que um dia tinha conhecido.
Ela era agora uma fada.
Quando descobriu as asas desabrocharem nela.
Voltou-se para si mesma.
Deu um passo para o declive
E Voou.
Do para a frente e para trás.
Farta de esperar que o seu telefone tocasse... E fosse ele.
Nunca era ninguém e o telefone não tinha som.
Era apenas ela e o som do vento que levava os seus cabelos,
A sua esperança,
E os seus sonhos vadios...
Ela já não era aquela pequena criança que um dia tinha conhecido.
Ela era agora uma fada.
Quando descobriu as asas desabrocharem nela.
Voltou-se para si mesma.
Deu um passo para o declive
E Voou.
sábado, 28 de agosto de 2010
E acrescentou...
Com o tempo tudo passa.
Pára e respira, escuta o teu coração.
Ele sabe as respostas para as tuas inquietudes.
O ar ofegante, as batidas aceleradas...
Sinais que o corpo transmite e que a mente recusa ouvir...
A mente é gralha, a mente mente
E desmente, a mente é irrequieta.
E confunde-nos com as suas muitas ideias.
"Quero isto, quero aquilo,
Afinal quero aquele outro"
O que quer afinal?
Sossega, respira...
Sem precipitações e sem demasiadas conclusões
Aceita.
As respostas virão,
Como flores que desabrocham
Naturalmente, sem qualquer hesitação.
Com o tempo tudo passa.
Pára e respira, escuta o teu coração.
Ele sabe as respostas para as tuas inquietudes.
O ar ofegante, as batidas aceleradas...
Sinais que o corpo transmite e que a mente recusa ouvir...
A mente é gralha, a mente mente
E desmente, a mente é irrequieta.
E confunde-nos com as suas muitas ideias.
"Quero isto, quero aquilo,
Afinal quero aquele outro"
O que quer afinal?
Sossega, respira...
Sem precipitações e sem demasiadas conclusões
Aceita.
As respostas virão,
Como flores que desabrocham
Naturalmente, sem qualquer hesitação.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
Alma Vazia
Despejo os meus sentimentos num contentor.
Aguardo que o camião do lixo os venha buscar.
...
Só depois me apercebo que devia ter feito reciclagem.
Aguardo que o camião do lixo os venha buscar.
...
Só depois me apercebo que devia ter feito reciclagem.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
Keep Walking...
E no mesmo instante em que ela se debruçava sobre pensamentos negros.
Eis que uma luz irradiou sobre ela.
Era a esperança que espreitava pela janela.
Comtemplou a luz que emanava lá fora.
Abriu a porta da rua.
Respirou fundo,
Abriu os braços
E começou a andar.
Eis que uma luz irradiou sobre ela.
Era a esperança que espreitava pela janela.
Comtemplou a luz que emanava lá fora.
Abriu a porta da rua.
Respirou fundo,
Abriu os braços
E começou a andar.
O vácuo.
Quando chega a tempestade e parece que não vai embora...
Uns dias mais cinzentos do que outros...
Vento frio arrepiando a espinha e os nervos.
Os dentes tremem a boca.
Os olhos semi-cerrados.
As costas curvam-se em peso.
Os ombros descaídos revelam a insegurança.
Fechada em copas contrai-se a dúvida.
Os passos tornam-se cada vez mais lentos.
A cabeça cabiz-baixa desmoraliza qualquer sinal de ânimo.
Suspiros atrás de suspiros,
E uma vontade enorme de cair numa profunda e lenta inércia.
Fechada em copas dentro da prisão que criou.
Não vê para além das grandes muralhas que em seu torno gerou.
Contaminando-se no seu tépido odor.
Instala-se a nostalgia e sensação de vazio.
Uns dias mais cinzentos do que outros...
Vento frio arrepiando a espinha e os nervos.
Os dentes tremem a boca.
Os olhos semi-cerrados.
As costas curvam-se em peso.
Os ombros descaídos revelam a insegurança.
Fechada em copas contrai-se a dúvida.
Os passos tornam-se cada vez mais lentos.
A cabeça cabiz-baixa desmoraliza qualquer sinal de ânimo.
Suspiros atrás de suspiros,
E uma vontade enorme de cair numa profunda e lenta inércia.
Fechada em copas dentro da prisão que criou.
Não vê para além das grandes muralhas que em seu torno gerou.
Contaminando-se no seu tépido odor.
Instala-se a nostalgia e sensação de vazio.
Nada a faz avançar.
Os sonhos e as esperanças parecem adormecidos,
Distantes e vagos.
Já não sabe o que quer,
Já não sabe para onde ir.
Deitada na cama sempre por fazer,
Os lençois amachucados,
O cabelo despenteado,
A maquilhagem borrada.
Acende um cigarro e dá um golo do seu whisky.
E num gesto de desdém sobre a sua própria vida,
Aprecia o queimar do cigarro nos seus lençois.
Com brilho nos olhos e uma réstia de esperança.
Vê o arder da sua própria existência.
Falta-lhe paixão, falta-lhe vida.
É uma casca dura porém oca, vazia...
Lá dentro só ar (contaminado).
Desejo constante de pôr um termo ao suspiro.
Uma fraqueza que se revela em tom de desistência.
Não sabe por onde ir,
Apenas suspira e inspira o fumo do cigarro que arde nos lençois.
Quando finalmente lhe toca na pele o fogo quente
Ela, finalmente, viva se sente!
A sensação é boa demais para deixar ir.
E enquanto a pele se queima e arde
Os sonhos e as esperanças parecem adormecidos,
Distantes e vagos.
Já não sabe o que quer,
Já não sabe para onde ir.
Deitada na cama sempre por fazer,
Os lençois amachucados,
O cabelo despenteado,
A maquilhagem borrada.
Acende um cigarro e dá um golo do seu whisky.
E num gesto de desdém sobre a sua própria vida,
Aprecia o queimar do cigarro nos seus lençois.
Com brilho nos olhos e uma réstia de esperança.
Vê o arder da sua própria existência.
Falta-lhe paixão, falta-lhe vida.
É uma casca dura porém oca, vazia...
Lá dentro só ar (contaminado).
Desejo constante de pôr um termo ao suspiro.
Uma fraqueza que se revela em tom de desistência.
Não sabe por onde ir,
Apenas suspira e inspira o fumo do cigarro que arde nos lençois.
Quando finalmente lhe toca na pele o fogo quente
Ela, finalmente, viva se sente!
A sensação é boa demais para deixar ir.
E enquanto a pele se queima e arde
Vem-lhe a vontade...
De rir.
Os seus olhos brilham agora de uma dor de alegria.
O fogo que a consome,
Os seus olhos brilham agora de uma dor de alegria.
O fogo que a consome,
Dá-lhe um prazer enorme
Entretanto a dor torna-se mais intensa,
O fumo sufoca-a gradualmente
O cheiro a carne potrificada,
Entretanto a dor torna-se mais intensa,
O fumo sufoca-a gradualmente
O cheiro a carne potrificada,
Deixa-a desarmada.
Qualquer vontade de se debater,
Qualquer vontade de se debater,
Acaba-se por perder,
Rende-se o espanto
Ao encanto que é
Morrer.
.
terça-feira, 23 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
See Emily Play
Emily tries but misunderstands, ah ooh
She often inclined to borrow somebody's dreams till tomorrow
There is no other day
Let's try it another way
You'll lose your mind and play
Free games for may
See Emily play
Soon after dark Emily cries, ah ooh
Gazing through trees in sorrow hardly a sound till tomorrow
There is no other day
Let's try it another way
You'll lose your mind and play
Free games for may
See Emily play
Put on a gown that touches the ground, ah ooh
Float on a river forever and ever, Emily
There is no other day
Let's try it another way
You'll lose your mind and play
Free games for may
See Emily play
(Pink Floyd)
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