Porque já estava farta da indecisão, do anda e não anda.
Do para a frente e para trás.
Farta de esperar que o seu telefone tocasse... E fosse ele.
Nunca era ninguém e o telefone não tinha som.
Era apenas ela e o som do vento que levava os seus cabelos,
A sua esperança,
E os seus sonhos vadios...
Ela já não era aquela pequena criança que um dia tinha conhecido.
Ela era agora uma fada.
Quando descobriu as asas desabrocharem nela.
Voltou-se para si mesma.
Deu um passo para o declive
E Voou.
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