(...) E este ser lealíssimo, o Eu fala - do corpo e quer o corpo, mesmo quando sonha e divaga ou esvoaça, com as asas partidas.
O Eu aprende a exprimir-se com uma lealdade crescente: quanto mais aprende, mais palavras acha para recitar os louvores do corpo e da terra."
Assim Falava Zaratustra, Nietzschhe
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